A Informante (filme)

Título original: The Whistleblower

Baseado em uma história real e em um dos maiores escândalos da história envolvendo a ONU, Kathy Bolkovac (Rachel Weisz) é uma policial esforçada que aceita trabalhar para as Nações Unidas como pacificadora na Bósnia, que passa por uma reconstrução pós-guerra. Seus desejos de ajudar na reconstrução de um país devastado são destruídos quando ela fica face a face com a dura realidade: uma vasta rede de corrupção e tráfico sexual que é encoberta pela ONU.

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Para quem quiser conhecer mais sobre a luta da policial que deu origem ao filme chequem sua página:

http://www.bolkovac.com/

 

ONU diz ser incapaz de alimentar 1 milhão de sírios que passam fome

Segundo Programa Mundial de Alimentos, agência planeja ajudar 1,5 milhão dos 2,5 milhões de sírios que passam fome; 4 milhões de sírios precisam de ajuda humanitária

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU informou nesta terça-feira (8) que não é capaz de ajudar 1 milhão de sírios que estão passando fome. Neste mês, a agência planeja ajudar 1,5 milhão dos 2,5 milhões de moradores que, segundo o Crescente Vermelho Árabe Sírio, precisam de auxílio humanitário, disse a porta-voz Elisabeth Brys.

A falta de segurança e a incapacidade da agência de usar o porto de Tartus para atracar seus navios deixará um grande número de pessoas em algumas das áreas mais atingidas pelo conflito, que dura 22 meses, sem ajuda humanitária. “Nosso principal parceiro, a Cruz Vermelha, está sobrecarregado e não tem mais capacidade de expansão”, disse Elisabeth.

Ela também afirmou que a agência retirou temporariamente os funcionários nas cidades de Homs, Aleppo, Tartus e Qamisly devido ao aumento do perigo nessas regiões.

Segundo Elisabeth, em dezembro, o PMA conseguia alcançar pela primeira vez em muitos meses algumas das áreas próximas à fronteira com a Turquia, que foram arrasadas nos confrontos entre o governo de Bashar al-Assad e a oposição armada.

A crise na Síria teve início com protestos pacíficos em março de 2011, mas desde então teve sua situação agravada, mergulhando o país em uma intensa guerra civil. Segundo estimativas da ONU, o conflito deixou 60 mil mortos .

Nos últimos meses, os rebeldes tiveram algumas vitórias e passaram a controlar regiões que antes estavam nas mãos do governo. Entetanto, nas cidades maiores, como Damasco, eles sofrem com a resistência do Exército e ataques aéreos.

A agência de refugiados da ONU disse que o número de moradores que fogem da violência na Síria subiu cerca de 100 mil no mês passado. Segundo a ONU, há 597.240 mil pessoas que foram registradas em campos de refugiados ou estão esperando o registro. A ONU estima que cerca de 4 milhões de sírios necessitam de ajuda humanitária.

Com AP e BBC

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

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Assembleia Geral da ONU concede status de Estado Observador não membro à Palestina

Mahmoud Abbas (ao centro), Presidente da Autoridade Palestina, com sua delegação na plenária da Assembleia Geral, após a decisão dos Estados-Membros da ONU. (ONU/Rick Bajornas)

A Assembleia Geral decidiu conceder nesta quinta-feira (29) à Palestina o status de Estado Observador não membro nas Nações Unidas, ao expressar a necessidade urgente para a retomada das negociações entre Israel e os palestinos para uma solução de dois Estados permanentes.

resolução sobre o status da Palestina na ONU foi aprovada por 138 votos a favor e nove contra, com 41 abstenções entre os 193 Estados-Membros do organismo.

Votação que garantiu novo status da Palestina na ONU.

“Não viemos aqui buscando deslegitimar um Estado estabelecido anos atrás, que é Israel; mas sim para afirmar a legitimidade do Estado que deve agora alcançar a sua independência, e que é a Palestina”, disse o Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, à Assembleia Geral antes da votação.

Abbas observou que estava sendo demandado do mundo hoje a realização de um passo significativo no processo para corrigir a “injustiça histórica sem precedentes” contra o povo palestino desde 1948.

“Seu apoio para o nosso esforço de hoje”, disse ele, “irá enviar uma mensagem promissora – a milhões de palestinos na terra da Palestina, nos campos de refugiados, tanto na pátria quanto na diáspora, e para os prisioneiros que lutam pela liberdade em prisões de Israel – de que a justiça é possível e que há uma razão para ter esperança, e que os povos do mundo não aceitam a continuação da ocupação”.

Mahmoud Abbas (ao centro), Presidente da Autoridade Palestina, com sua delegação na plenária da Assembleia Geral, após a decisão dos Estados-Membros da ONU. (ONU/Mark Garten)

O Embaixador de Israel na ONU, Ron Prosor, disse que sua delegação não poderia aceitar a decisão de hoje. “porque esta resolução é tão unilateral, não faz avançar a paz, é um retrocesso”, afirmou, acrescentando que a paz só pode ser alcançada através de negociações.

“Não há apenas uma rota para um Estado palestino e essa rota não é executada através desta câmara, em Nova York. Essa rota é executada através de negociações diretas entre Jerusalém e Ramallah que conduzam a uma paz segura e duradoura entre israelenses e palestinos”, acrescentou. “Não há atalhos. Não há soluções rápidas. Não há soluções imediatas”.

Os israelenses e palestinos ainda têm de retomar as negociações diretas, interrompidas em setembro de 2010 depois que Israel se recusou a estender o congelamento da atividade de assentamento no território palestino ocupado.

“A votação de hoje destaca a urgência de uma retomada de negociações significativas”, disse o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, após o fim da votação. “Temos de dar um novo impulso aos nossos esforços coletivos para garantir que um Estado palestino independente, soberano, democrático, contíguo e viável viva lado a lado com um Estado de Israel seguro. Exorto as partes a renovar seu compromisso com uma paz negociada”, completou.

Secretário-Geral Ban Ki-moon (à direita) cumprimenta Mahmoud Abbas, Presidente da Autoridade Palestina, que ganhou status de Estado Observador não membro. (ONU/Mark Garten)

O Presidente da Assembleia Geral, Vuk Jeremic, apelou aos “meus queridos amigos da Palestina e de Israel” para trabalhar pela paz, negociar com boa fé e, finalmente, ter sucesso em alcançar o acordo histórico.

“Eu não tenho dúvida de que a história vai julgar esse dia repleto de significado – mas se ele virá a ser visto como um passo na direção certa no caminho para a paz, isso vai depender de nós mesmos após este momento”, disse. “Vamos, portanto, ter a sabedoria para atuar em prol do objetivo que eu tenho certeza que todos nós compartilhamos.”

Na resolução, a Assembleia também expressou a esperança de que o Conselho de Segurança “considere favoravelmente” o pedido apresentado em setembro de 2011 pela Palestina por uma por uma associação plena como Estado-Membro.

A proposta palestina de ser membro pleno da ONU foi paralisada no ano passado, quando o órgão composto por 15 nações, responsável por decidir se deve ou não recomendar a admissão da Palestina pela Assembleia, disse que tinha sido “incapaz de fazer uma recomendação unânime”.

A ação de hoje vem no mesmo dia em que a ONU observou o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino. Estabelecido em 1977, o dia marca a data, em 1947, na qual a Assembleia Geral aprovou uma resolução que propôs a partilha da Palestina, prevendo dois Estados independentes – um árabe e um judeu – e um regime internacional especial para Jerusalém. O Estado de Israel acabou sendo criado em 1948. Um Estado árabe independente ainda está para ser estabelecido.

Saiba detalhes da questão da Palestina nas Nações Unidas na exposição online preparada pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) especialmente para a data:www.onu.org.br/palestina

Fonte: http://www.onu.org.br/assembleia-geral-da-onu-concede-status-de-estado-observador-nao-membro-a-palestina/

 

 

Electoral Assistance

Peace through preventive action (2011)

ONU abre inscrições para delegados virtuais no Fórum Global da Juventude

Fórum vai permitir que delegados virtuais participem das conversas on-line

Estão abertas as inscrições para delegados virtuais doFórum Global da Juventude, que acontecerá entre 4 e 6 de dezembro no Bali Nusa Dual Convention Center, em Bali, na Indonésia. Jovens de 14 a 30 anos podem se registrar até dia 3 de dezembro.

O evento é uma iniciativa conjunta de agências da ONU, jovens, sociedade civil e setor privado, com o apoio do Governo da Indonésia. O objetivo do encontro é organizar um movimento sustentável de promoção e defesa da juventude, com base nas metas da Conferência Internacional de População e Desenvolvimento (CIPD).

Mais de 900 jovens contribuirão para a revisão do Plano de Ação da CIPD e para a inclusão das perspectivas da juventude em um novo documento sobre população e desenvolvimento que será entregue para a Assembléia Geral e ao Secretário-Geral da ONU.

O delegado virtual participa de conversas online sobre vida saudável, educação ampla; transição ao emprego digno para jovens; sexualidade, família e direitos, além de plena participação cívica inclusiva. Moderadores garantirão que as contribuições enviadas pela internet sejam debatidas nas plenárias e inseridas no relatório.

ONU vai investigar uso de drones por EUA

Em um revés para a política antiterror dos EUA, a ONU planeja criar no ano que vem em Genebra (Suíça) uma unidade dedicada a investigar a legalidade de ataques feito por drones, aeronaves não tripuladas, nos casos em que civis foram mortos.

A informação é do jornal britânico “The Guardian”, que reportou declarações de Ben Emmerson, relator especial da ONU que monitora atividades antiterror.

Emmerson disse que, na ausência de um “mecanismo de monitoramento efetivo e independente” dos drones, a ONU vai agir.

“Junto com meu colega Christof Heyns [relator especial sobre execuções extrajudiciais], vou lançar uma unidade de investigação com base nos procedimentos especiais do Conselho de Direitos Humanos [da ONU] para analisar ataques individuais feitos por drones”, afirmou ele na Escola de Direito da Universidade Harvard (EUA), segundo o “Guardian”.

O relator disse endossar a visão de Heyns de que ataques americanos no Paquistão usando drones poderiam ser “crimes de guerra”.

Afirmou que o paradigma da guerra ao terror (ações antiterror onde quer que os terroristas estejam) endossada pelo governo Barack Obama é “indefensável”.

“[O paradigma] deu espúrias justificativas para uma gama de sérias violações dos direitos humanos e das leis humanitárias”, disse.

Emmerson criticou o fato de que nem Obama nem seu rival nas eleições presidenciais de novembro, Mitt Romney, tenham discutido o tema na campanha.

Durante o governo Obama, ataques com drones aumentaram 500%. Estudo recém-publicado pelas universidades de Nova York e Stanford aponta que 98% dos mortos em ataques de drones são civis ou militantes do baixo escalão, e só 2% dos mortos são os “alvos de grande valor”.

Em outro revés para o uso de drones, um advogado do governo britânico disse ontem à Corte Suprema do país que o Reino Unido pode ser questionado por ter compartilhado informações de inteligência usadas em ataques de drones no Paquistão.

 

Fonte: Jornal Floripa

Distúrbios no oeste de Mianmar deixam ao menos 64 mortos

Sessenta e quatro pessoas perderam a vida nos confrontos registrados nesta semana entre budistas e uma minoria muçulmana do oeste de Mianmar, diante da inquietação crescente da comunidade internacional, que teme pelo processo de reformas no país.

O número de mortos, que inicialmente era de 112 pessoas, foi revisado em baixa pelo governo. “Cometemos um erro no balanço”, explicou Win Myaing, porta-voz do governo do estado de Rakhine. “O balanço de mortos é de 34 homens e 30 mulheres”, acrescentou.

Após várias semanas de aparente tranquilidade no estado de Rakhine, a violência entre budistas da etnia rakhine e rohingyas, uma minoria muçulmana considerada pela ONU uma das mais perseguidas no mundo, voltaram a explodir nos últimos dias.

Ao menos 75.000 pessoas, em sua grande maioria rohingyas, foram deslocadas na primeira onda de violência. Nos últimos dias milhares chegaram a pé ou de barco aos acampamentos nos arredores de Sittwe, capital do estado de Rakhine. Os acampamentos estão abarrotados e faltam alimentos, assim como cuidados médicos para os deslocados.

A crise já é problemática para o presidente Thein Sein, que multiplicou as reformas desde que chegou ao poder, em março de 2011. O ex-general lançou negociações com as rebeliões étnicas, algumas das quais estão em conflito com o poder de Naypyidaw desde a independência, em 1948. Mas a violência no estado de Rakhine é de outra natureza.

Em um dos estados mais pobres do país, há décadas as duas comunidades se opõem. Desde junho, quando os confrontos tiveram início, mais de 150 pessoas morreram, segundo os números oficiais, que muitas organizações estimam ser menor que a realidade.

Os 800 mil rohingyas vivem confinados no estado de Rakhine e não formam parte de grupos étnicos reconhecidos pelo regime de Naypyidaw, nem por muitos birmaneses, que os consideram, na maioria das vezes, como imigrantes de Bangladesh ilegais e não escondem sua hostilidade em relação a esta parcela da população.

Mas a comunidade internacional se inquieta por estes muçulmanos, que falam um dialeto similar ao utilizado no vizinho Bangladesh.”Os ataques de grupos de autodefesa, as ameaças dirigidas e a retórica extremista devem ser detidos”, afirmou um porta-voz do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em declarações transmitidas a Yangun. “Se isso não for feito, a estrutura social pode se danificar de forma irreparável e o processo de reforma e abertura realizado atualmente pelo governo pode ficar em perigo”, acrescentou.

Os Estados Unidos convocaram “as partes a agir com moderação e a colocar fim imediatamente a todos os ataques” e exigiu esforços para “alcançar a reconciliação nacional em Mianmar”.

Nesta sexta-feira, o jornal oficial em inglês New Light of Myanmar publicou na capa um comunicado de Thein Sein no qual prometia voltar a instaurar a tranquilidade. “A comunidade internacional observa o progresso em andamento em Mianmar com interesse”, ressaltou. “Indivíduos e organizações tentam manipular (…) serão tomadas medidas legais contra eles”, acrescentou.

Neste contexto, as principais organizações muçulmanas de Mianmar cancelaram as celebrações do Eid al-Adha, uma das principais festas do islã que começou nesta sexta-feira. Por sua vez, a violência provocou o retorno do fantasma do exílio massivo dos rohingyas, especialmente em direção à Malásia, em um volume maior em relação aos anos anteriores.

“Já constatamos um aumento da quantidade de barcos que partem não apenas de Mianmar, mas também de Banghadesh”, afirmou à AFP Vivian Tan, porta-voz da Agência para Refugiados da ONU. Bangladesh, que em junho interceptou vários barcos de refugiados rohingyas, anunciou que reforçará suas patrulhas fronteiriças para impedir a chegada de mais embarcações.

Fonte: Terra

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