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ONU confirma que mortos passam de 90 e condena massacre na Síria

Corpos de vítimas de ataque em Houla (AFP/Getty Images)

O líder da missão de observadores das Nações Unidas na Síria, general Robert Mood, confirmou neste sábado que mais de 90 pessoas foram mortas na cidade de Houla, na província de Homs.

O general Mood disse à BBC que uma de suas equipes de monitoramento contou os corpos de 32 crianças com idades abaixo de 10 anos entre os mortos.

Mood afirmou que as mortes foram “indiscriminadas e imperdoáveis” e disse que quem quer que seja o autor deverá ser responsabilizado.

O ataque, realizado na sexta-feira, é considerado um dos mais sangrentos desde o início da revolta contra o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, em março do ano passado.

Reações

As mortes provocaram reações de diversos países. O ministro de Relações Exteriores da Grã-Bretanha, William Hague, disse que irá buscar uma forte resposta internacional a esse “crime espantoso” e pedir uma sessão urgente do Conselho de Segurança da ONU nos próximos dias.

A França e a Liga Árabe também condenaram o massacre. O ministro do Exterior da França, Laurent Fabius, disse estar tomando providências imediatamente para a realização em Paris de uma reunião dos grupos Amigos da Síria.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o enviado especial à Síria, Kofi Annan, emitiram uma declaração conjunta na qual condenam as mortes em Houla como uma flagrante violação da lei internacional e exigem que o governo sírio interrompa imediatamente o uso de armas pesadas em áreas populosas.

Imagens do ataque em Houla circularam na sexta-feira. Um vídeo, cuja autenticidade não pode ser confirmada – já que a imprensa estrangeira tem sua atuação restrita na Síria –, mostra dezenas de crianças cobertas de sangue.

Ativistas de oposição dizem que algumas das vítimas morreram em bombardeios, e outras foram sumariamente executadas por milícias ligadas aos governo.

Segundo os ativistas, outras 20 pessoas foram mortas em confrontos em outras partes da Síria, depois que milhares de manifestantes tomaram as ruas após as orações de sexta-feira.

As autoridades sírias creditam os ataques a “gangues de terroristas armados”.

Luto

Após o massacre, ativistas pediram um dia de luto pelas vítimas neste sábado e fizeram um apelo para que a ONU atue com mais força para proteger civis.

Os confrontos na Síria continuam apesar da presença de cerca de 250 observadores da ONU, que estão no país para monitorar um cessar-fogo negociado pelo enviado especial Kofi Annan.

A ONU calcula que pelo menos 10 mil pessoas já morreram no país desde o início da revolta contra Assad.

Em carta ao Conselho de Segurança, o secretário geral da ONU disse que a situação na Síria continua “extremamente séria” e que a oposição controla “partes significativas de algumas cidades”.

Ban afirmou ainda que “grupos terroristas estabelecidos” poderiam estar por trás de alguns dos ataques a bomba realizados no país, devido ao nível de sofisticação das ações.

O secretário geral admitiu que os esforços da ONU para por fim ao conflito tinham obtido apenas “um modesto progresso”, já que a Síria “não cessou ou reduziu o uso de armamentos pesados em diversas áreas”, uma das exigências do plano de paz proposto por Kofi Annan.

Fonte: BBC Brasil

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UIT abre concurso de desenvolvimento sustentável para jovens inovadores das áreas de TIC

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) está promovendo o Concurso de Jovens Inovadores para motivar pessoas entre 18 e 25 anos a propor soluções baseadas em tecnologias de informação e comunicação (TIC) para problemas reais de desenvolvimento sustentável. As inscrições vão até 01 de julho e valem tanto para conceitos como projetos avançados.

Os finalistas serão convidados para o ITU Telecom World 2012, de 14 a 18 de outubro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Os ganhadores receberão até 10 mil francos suíços; sessões com conselheiros de empresas mais suporte de orientação por um ano; sessões de treinamento focando o desenvolvimento de habilidades empresariais; além das oportunidades de construir relações com diretores da indústria das TIC.

Para inscrições, clique aqui.

Fonte: ONU Brasil

Revisão Periódica Universal da ONU questiona direitos humanos na preparação para Copa de 2014

Grupo de Trabalho do Conselho de Direitos Humanos (CDH) afirmou que o Brasil precisa garantir o respeito aos direitos humanos durante a preparação da Copa do Mundo de 2014. O Brasil passou nesta sexta-feira (25/5) em Genebra, Suiça, pela segunda revisão do Revisão Periódica Universal (RPU ou UPR, em inglês).

A RPU é um mecanismo do CDH para monitorar regularmente o cumprimento, por parte de cada um dos 193 Estados-Membros da ONU, das suas obrigações e compromissos sobre os direitos humanos. Trata-se de um processo de revisão entre Estados para melhorar a situação dos direitos humanos no território, a que todos os Estados-Membros das Nações Unidas são submetidos a cada quatro anos e meio.

Segundo o relatório final, a restruturação urbana em avanço para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 devem ser devidamente regulados para prevenir deslocamentos e despejos forçados.

Outro ponto levantado pelo documento é a necessidade de diminuir os incidentes de execuções extrajudiciais pela polícia brasileira.

A revisão foi conduzida por um grupo de trabalho composto por 47 Estados-Membros do CDH, com ajuda de três relatores da China, Polônia e Equador que prepararam um documento final. Eles se baseiam em três documentos principais:

• Informação preparada pelo Estado, na maioria dos casos em forma de um relatório nacional.

• Uma compilação preparada pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) com informações dos relatórios de mecanismos de direitos humanos da ONU, incluindo os órgãos de monitoramento de tratados, procedimentos especiais e outros organismos pertinentes.

• Um resumo, também elaborado pelo ACNUDH, de informações fornecidas por outras partes interessadas como, por exemplo, as ONGs, as instituições nacionais de direitos humanos, grupos de mulheres, sindicatos e grupos religiosos.

Para acessar o resumo da participação do Brasil (em inglês),clique aqui.

Para informações completas (nas seis línguas oficiais), clique aqui.

Fonte: ONU Brasil

ONU nomeia General brasileiro como novo chefe militar da MINUSTAH (Force Commander)

O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, nomeou hoje (27/3) o General brasileiro Fernando Rodrigues Goulart como novo Comandante Militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH).

Ele substituirá o também General brasileiro Luiz Ramos, que completou sua tarefa também hoje. O Secretário-Geral aprecia o formidável trabalho do General ao servir a MINUSTAH, em que sua “dedicação, profissionalismo e liderança” foram cruciais para os esforços de estabilização no Haiti.

O General Fernando Rodrigues Goulart ingressou no Exército Brasileiro em março de 1974 e graduou-se em dezembro de 1980 como um oficial da infantaria. Desde então, o General Goulart fez uma ilustre carreira militar, ocupando inúmeras altas posições de Comando e de Estado-Maior. Como um oficial júnior, ele serviu no Primeiro Batalhão de Forças Especiais da Brigada Aérea do Exército Brasileiro. Como Major e Tenente-Coronel, foi oficial de Estado-Maior do Exército Brasileiro e do Gabinete do Comando do Exército. Em 2004, assumiu o comando do 62° Batalhão de Infantaria Motorizada, do Comando Militar do Sul no Brasil.

Em 1993, o General Goulart participou como Observador Militar das Nações Unidas na ONUMOZ (Moçambique) e em 2007 ele foi Comandante de Setor da UNMIN (Nepal). De maio de 2008 até maio de 2010, com a patente de Coronel, trabalhou no Departamento de Operações de Paz da ONU (DPKO), como Oficial de Ligação Militar das Divisões da Europa e América Latina.

O General Goulart graduou-se na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército Brasileiro e também participou do curso de Comando das Forças Armadas Alemães. Em 2006, graduou-se na Escola de Guerra do Exército Brasileiro. Depois de ser promovido ao posto de General, comandou a 8ª Brigada de Infantaria Motorizada, no Rio Grande do Sul, em 2011 e 2012, sua mais recente posição.

Nascido em 1958, o General Goulart é casado e tem dois filhos.

2012


Bem-vindo 2012!!!

Missão de Paz chega ao Timor Leste e mostra como o esporte tem ajudado o país

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Meninas que foram abusadas sexualmente na infância e adolescência encontram no vôlei, nos voluntários e nos militares brasileiros uma forma de superar o trauma sofrido no passado. (Fim)
OLHOS E SORRISOS QUE AGRADECEM
Este vídeo, relativamente longo, sobre a atualidade timorense, trás ao conhecimento de todos nós o verso e o reverso, o positivo e o negativo, que os timorenses mais carentes e desprotegidos enfrentam quotidianamente.
Narrações tristes de passados ensombrados que hoje perspetivam a esperança de felicidade para os intervenientes e para os voluntários brasileiros que levam na bagagem e lhes mostram que é possível terem uma vida melhor.
 O agradecimento está nos olhos de todos as crianças e jovens timorenses que recebem o calor humano e a atenção dos que os ajudam a sorrir. (Redação PG)
Fonte: Página Global

De olho na ONU, Brasil apresenta ‘conceito’ para intervenções

O conceito de “responsabilidade ao proteger”, apresentado pelo Brasil às Nações Unidas, pode ser a nova arma do país em sua campanha para conquistar uma vaga permanente no Conselho de Segurança.

Ao propor medidas para evitar que intervenções militares acabem provocando mais danos à população civil que deveriam proteger, o Brasil não apenas explica o seu padrão de votações recentes no Conselho de Segurança, como também tenta aumentar sua influência entre os países emergentes e em desenvolvimento.

“Não há dúvida de que é um sinal muito positivo com respeito ao contínuo interesse do Brasil em se tornar membro permanente do Conselho de Segurança”, disse à BBC Brasil o diretor do programa de estudos da América Latina da Universidade Johns Hopkins, Riordan Roett.

“(A responsabilidade na proteção de civis) é uma questão muito importante e pouco polêmica, e o fato de o Brasil tomar a dianteira nesse tema faz muito sentido do ponto de vista de Brasília”, afirma.

O Brasil ocupa um dos dez assentos rotativos do Conselho de Segurança, mas seu mandato no órgão termina em 31 de dezembro. A conquista de uma vaga permanente, com poder de veto, é uma ambição antiga do governo brasileiro. Já mencionado pela presidente Dilma Rousseff em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, em setembro, o conceito de “responsabilidade ao proteger” foi proposto nesta quarta-feira em um documento circulado pela delegação brasileira durante debate sobre proteção de civis em conflitos armados.

A embaixadora Maria Luiza Viotti, representante do Brasil junto às Nações Unidas, leu o discurso preparado pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota – que cancelou a viagem a Nova York por motivos pessoais – sobre a “nova perspectiva” na questão da proteção de civis.

A proposta é apresentada como um avanço no conceito de “responsabilidade de proteger”, incorporado pela ONU em 2005, que permite que a comunidade internacional recorra a ação coletiva, em situações excepcionais, para garantir a proteção de civis.

Entre as sugestões do Brasil estão a de que o uso da força para a proteção de civis só seja aceito após esgotados todos os recursos diplomáticos e depois de uma análise detalhada das possíveis consequências, que a ação, quando autorizada, seja limitada estritamente aos objetivos estabelecidos pelo Conselho de Segurança, e que a interpretação e a implementação das resoluções autorizando o uso da força sejam monitoradas.

Segundo Roett, a nova iniciativa é parte da política externa implementada pelo Brasil nos últimos anos, com foco na diplomacia Sul-Sul, entre países em desenvolvimento e emergentes, como os Brics (grupo também formado por Rússia, Índia, China e África do Sul), e também reflete o papel ativo desempenhado pelo país em missões de paz da ONU, como no Haiti.

“Deve aumentar ainda mais o status do Brasil entre os países do mundo em desenvolvimento, que estão cada vez mais frustrados com as intervenções unilaterais da Otan (a aliança militar ocidental) e dos Estados Unidos em países como a Líbia”, afirma Roett.

Fonte: Terra

Cerimônia no Itamaraty dedicada à Conferência Rio+20 celebra o Dia das Nações Unidas

Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek, durante o Dia da ONU 2011. Foto: MRE.

Nesta segunda-feira 24 de outubro, data em que a ONU comemora 66 anos, foi celebrado em Brasília o Dia das Nações Unidas

A cerimônia de comemoração do Dia das Nações Unidas 2011foi dedicada à preparação e às expectativas da Rio+20, a Conferência sobre desenvolvimento sustentável que acontecerá em junho de 2012 no Rio de Janeiro e que se anuncia como um dos mais importantes eventos internacionais do próximo ano.

Após uma introdução do Coordenador Residente do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek (acesse o vídeo aqui) – que transmitiu a mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, houve as intervenções da Subsecretária-Geral Política I do Itamaraty, Vera Barrouin Machado (acesse o vídeo aqui), do Subsecretário-Geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Itamaraty, Luiz Alberto Figueiredo Machado (acesse aqui) – principal negociador brasileiro para a Rio+20 – e do Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner (acesse aqui). O evento foi concluído pela Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira (acesse aqui).

Cerimônia no Itamaraty dedicada à Conferência Rio+20 celebra o Dia das Nações Unidas

Em mensagem enviada nesta quinta-feira (20/10) por Ban Ki-moon a um Painel de Alto Nível sobre Sustentabilidade Global – grupo criado para fornecer um roteiro para a Conferência Rio+20 – o Secretário-Geral lembrou que a Rio+20 se aproxima rapidamente. “Nós precisamos aprender a viver de maneira sustentável para que esta geração e as seguintes aproveitem suas vidas com dignidade e melhores oportunidades”, disse. Para Ban, o mundo enfrenta desafios que fazem com que este trabalho seja ainda mais urgente do que era há um ano. “Os líderes precisam fazer escolhas difíceis. Precisamos suprir as necessidades de hoje, enquanto investimos nas pessoas, no planeta e na promessa do amanhã”.

Assista à mensagem do Secretário-Geral Ban Ki-moon para o Dia:

Rumo à Rio+20, Subsecretário-Geral da ONU vê oportunidades para novo modelo de desenvolvimento

Achim Steiner, Subsecretário-Geral das Nações Unidas, Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e Presidente do Comitê de Alto Nível da ONU sobre Programas (HLCP). Foto: MRE

A atual crise financeira e econômica que surgiu em 2008 pode ser um motor para a transformação do modelo de desenvolvimento global? Esta foi uma das perguntas feitas pelo Subsecretário-Geral das Nações Unidas e Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner, durante seu discurso no Dia das Nações Unidas deste ano. Steiner lembrou que a desregulamentação do setor bancário em vários países no final do século 20 está sendo desafiada por ter sido, “na melhor das hipóteses, imprudente”.

“É talvez o Direito ao Desenvolvimento que deve estar nas mentes de uma nova geração de líderes mundiais em termos de desafios, mas também de oportunidades quando eles se encontrarem na Rio+20”, afirmou Steiner, que lembrou sobre riscos contemporâneos vinculados à poluição e ao desemprego de jovens. Acesse na íntegra clicando aqui ou no vídeo abaixo.

Coordenador Residente da ONU: ‘Temos a esperança de que a Rio+20 represente um novo marco para a humanidade’

Durante a celebração do Dia da ONU 2011, o Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil e Representante Residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Jorge Chediek, falou sobre a Rio+20, que o Brasil vai sediar em junho do próximo ano. O evento ocorreu agora há pouco no Itamaraty, em Brasília.

“A preparação da Conferência acontece em um momento complexo, quando, de muitos lados, vem sendo questionada a capacidade das organizações multilaterais de oferecer soluções para os problemas globais: a crise econômica, o aumento do desemprego e da desigualdade, os conflitos armados e a violação de direitos humanos, as mudanças climáticas, entre tantos outros”, afirmou Chediek. Acesse na íntegra clicando aqui ou no vídeo abaixo.

A Conferência Rio+20

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável está sendo organizada em conformidade com a Resolução da Assembleia Geral da ONU 64/236 (A/RES/64/236). A Conferência ocorrerá no Brasil dias 4, 5 e 6 de junho de 2012, marcando o 20º aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), organizada no Rio de Janeiro em 1992, e o 10º aniversário da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável 2002 (WSSD), em Johanesburgo. Está sendo esperada a participação de mais de uma centena de Chefes de Estado e de Governo, além de representantes da sociedade civil e do setor privado.

A expectativa é que a Conferência resulte em um documento abrangente e com foco político. O objetivo da Rio+20 é garantir um compromisso renovado da comunidade internacional para o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso alcançado nos últimos dez anos, identificar as lacunas na implementação dos resultados das cúpulas anteriores sobre desenvolvimento sustentável, bem como enfrentar os desafios novos e emergentes.

Mais detalhes e documentos de referência podem ser acessados na página oficial da Rio+20:http://www.uncsd2012.org/rio20/

O Dia das Nações Unidas

As Nações Unidas passaram a existir oficialmente no dia 24 de outubro de 1945, com a ratificação da Carta das Nações Unidas pela maioria dos países fundadores da Organização – entre os quais o Brasil. Nascida em meio à guerra para defender a paz, a ONU trabalha também para promover os direitos humanos, o desenvolvimento e a democracia em nome dos povos do mundo representados pelos 193 Estados-Membros.

Para cumprir sua missão, a ONU vale-se de instâncias de diálogo e mecanismos de cooperação internacional para promover e intermediar a troca de experiências e conhecimento, em permanente processo de aproximação entre culturas.

Nesses 66 anos de existência, o organismo mundial acompanhou o Brasil em seu processo de redemocratização e desenvolvimento, colaborando com a agenda de prioridades econômicas e sociais do País. As atuações do Brasil na ONU e da ONU com o Brasil contribuíram para que o País alcançasse um novo patamar de desenvolvimento, que o coloca na posição de um dos novos líderes da comunidade internacional no século XXI.

Inicialmente realizada de modo vertical – em que países mais avançados destinavam, por meio das agências da ONU, recursos e assistência técnica para alavancar o desenvolvimento de outros países –, a cooperação internacional se faz cada vez mais de modo horizontal, ou seja, entre países em desenvolvimento, como no caso do protagonismo brasileiro na Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH) e nas iniciativas de Cooperação Sul-Sul.

Outros links úteis:

Fonte: ONU Brasil

Estágio de Assessoria Jurídica para Missão de Paz

 

Está em andamento no Comando de Operações Terrestres, no período de 18 a 20 de outubro de 2011, o Estágio de Assessoria Jurídica para Missão de Paz. O evento tem como finalidade proporcionar conhecimentos necessários ao desempenho funcional dos militares selecionados para atuarem na área de assessoria jurídica do Contingente Brasileiro no Haiti (CONTBRAS Haiti).
A Divisão de Missão de Paz e a Assessoria Jurídica do COTER são os organizadores do Estágio que conta, também, com participantes da Marinha e da Aeronáutica. As palestras ministradas, em sua grande maioria, por integrantes deste ODS abordaram temas de Direito Internacional, Legislação, entre outros e uma videoconferência com o Assessor Jurídico do Brabatt. O Subcomandante do COTER, Gen Div Carlos Alberto SANTOS CRUZ, ministrou palestra e  contribuiu com o tema “Questões Jurídicas vivenciadas no Comando da Minusta.

Fonte: COTER

Chefes de Estado e de Governo se reúnem na 66ª Sessão da Assembleia Geral da ONU

Chefes de Estado e de Governo se reúnem na 66a Sessão da Assembleia Geral da ONU. Foto: ONU/Susan Markisz

Chefes de Estado e de Governo dos 193 Países-Membros das Nações Unidas estarão reunidos na sede da Organização, em Nova York, durante o debate geral anual da Assembleia Geral da ONU a partir de quarta-feira, 21 de setembro. Como é tradição desde a primeira Assembleia Geral, que aconteceu em 1946, o Brasil abrirá o debate geral, que este ano terá como tema “O papel da mediação na solução de disputas por meios pacíficos”.

Três reuniões de alto nível também acontecerão na Sede da ONU em Nova York para marcar o início da 66ª Sessão da Assembleia Geral durante os dias 19, 20 e 22 de setembro, com a presença dos Chefes de Estado e de Governo.

A primeira reunião de alto nível será realizada nos dias 19 e 20 de setembro e vai tratar da prevenção e do controle de doenças não transmissíveis em todo o mundo, especialmente dos desafios enfrentados pelos países em desenvolvimento. (Para mais informações, clique aqui).

A segunda reunião de alto nível, no dia 20 de setembro, terá como foco a desertificação, a degradação do solo e a seca no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, como preparação para a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), agendada para junho de 2012. (Para mais informações, clique aqui)

A terceira reunião de alto nível da Assembleia será realizada na quinta-feira, 22 de setembro, e vai celebrar o 10º aniversário da Declaração e do Programa de Ação de Durban – o projeto da comunidade internacional para ação na luta contra o racismo. (Para mais informações, clique aqui)

Dentre os principais assuntos na agenda da 66ª Sessão da Assembleia encontram-se:

  • Objetivos de Desenvolvimento do Milênio;
  • Mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável;
  • Segurança alimentar;
  • O papel da mediação na solução pacífica de conflitos;
  • Reconstrução e fortalecimento de Estados frágeis e em pós-conflito;
  • Desarmamento;
  • Reforma das Nações Unidas, incluindo a reforma do Conselho de Segurança, a revitalização da Assembleia Geral e a reafirmação do papel central da Organização na governança global.

Outros grandes eventos serão realizados durante a 66ª Sessão, que ocorre até setembro de 2012. Na primeira semana de dezembro de 2011 (data a ser anunciada), a Assembleia vai dedicar duas reuniões para dar seguimento ao Ano Internacional dos Voluntários, em seu décimo aniversário. (Para mais informações, clique aqui)

Na mesma semana, nos dias 7 e 8 de dezembro, a Assembleia vai realizar seu 5º Diálogo de Alto Nível sobre Financiamento para o Desenvolvimento. (Para mais informações, clique aqui)

Em junho de 2012, a Assembleia também deve fazer uma Revisão da Estratégia Global da ONU Antiterrorismo e de sua implementação pelos Estados-Membros, e vai considerar uma atualização da Estratégia em resposta aos atuais acontecimentos. (Para mais informações, clique aqui)

Debate Geral

O debate geral anual da Assembleia, que oferece aos Estados-Membros a oportunidade de expressar suas visões sobre grandes questões internacionais, será realizado de quarta-feira, 21 de setembro, a sexta-feira, 30 de setembro.

Sobre o Presidente da Assembleia Geral

Antes de ser eleito Presidente da 66ª Sessão da Assembleia Geral, Al-Nasser era o Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário, Representante Permanente do Estado do Catar na ONU em Nova York desde 11 de setembro de 1998. Ele atuou na Missão Permanente como Ministro Plenipotenciário de outubro de 1986 a janeiro de 1993 e foi Embaixador (não residente) do Estado do Catar para os seguintes países: Paraguai, Uruguai, Colômbia, Panamá, Nicarágua e Belize, Canadá, Argentina, Brasil e Cuba.

Al-Nasser começou sua carreira diplomática em novembro de 1972, como adido na Embaixada do Estado do Catar em Beirute (Líbano). De maio de 1975 a agosto de 1975, foi designado para a Embaixada do Estado do Catar em Islamabad (Paquistão), e de dezembro de 1975 a agosto de 1981 ocupou o cargo de Cônsul-Geral do Estado do Catar em Dubai (Emirados Árabes Unidos). Atualmente, ocupa o posto de Subsecretário do Ministério das Relações Exteriores do Estado do Catar.

Na ONU, foi Presidente da Comissão de Alto Nível sobre Cooperação Sul-Sul, durante o período de três anos entre 2007 e 2009; Presidente da Quarta Comissão (Assuntos Políticos Especiais e Descolonização) da Assembleia Geral das Nações Unidas durante sua 64ª Sessão; e Vice-Presidente da 57ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas. Durante a participação como membro não-permanente do Catar no Conselho de Segurança, em 2006 e 2007, o Embaixador Al-Nasser foi representante do seu país no Conselho e presidiu o Conselho durante o mês de dezembro de 2006. Em 2004, ele também atuou como Presidente do Grupo dos 77 e China na ONU.

Sobre a Assembleia Geral

A Assembleia Geral, instituída pela Carta das Nações Unidas em 1945, é o principal órgão deliberativo de formulação de políticas das Nações Unidas. É constituída pelos representantes dos 193 Estados-Membros da Organização e tem um papel de primeiro plano na promoção dos objetivos e dos princípios da Carta da ONU, como fórum sem paralelo para a discussão multilateral de todas as questões internacionais. Desempenha igualmente um papel importante no processo de estabelecimento de normas e na codificação do direito internacional.

Fonte: UNIC Rio

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