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Números e dados

Números e dados

Centro Conjunto para Operaciones de Paz de Chile – CECOPAC

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El Centro Conjunto para Operaciones de Paz de Chile, creado por Decreto Supremo M.D.N. S.S.G. Depto. III N° 2200/114, de fecha 15 de julio de 2002, es un organismo dependiente del Ministerio de Defensa Nacional a través de su Estado Mayor, de carácter CONJUNTO, que además de preparar y entrenar al personal de las FF.AA, de Orden y Seguridad Pública y civiles, potencia las diferentes capacidades y conocimientos de los ámbitos civil, militar y policial en forma integrada, ratificando así, la actual tendencia mundial hacia la interacción de estos estamentos sociales en el proceso de planificación, ejecución y evaluación de estas Operaciones de Paz.

El CECOPAC, tiene como misión además, brindar asesoría al Ministro de Defensa Nacional en todas aquellas materias referidas a las Operaciones de Paz y efectuar estudios e investigaciones relacionados con dichas Operaciones, debiendo mantener un registro que sistematice y efectúe un seguimiento de los acuerdos e iniciativas internacionales en esta materia, que sean de interés para el Ministerio de Defensa Nacional.

Para acessá-lo clique aqui: http://www.cecopac.cl/

ONU pede mais flexibilidade e verbas para missões de paz

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta sexta-feira ao Conselho de Segurança da organização mais flexibilidade e verbas para enfrentar os complexos desafios das missões de paz que atualmente agregam cerca de 100 mil soldados de vários países em zonas de conflito.

“Podemos estar entrando em uma nova fase, com situações diversas e múltiplas facetas, nas quais as operações de paz podem desempenhar um papel muito importante”, disse Ban diante dos 15 países-membros do Conselho de Segurança durante uma reunião centrada nas forças de paz do organismo.

O secretário-geral afirmou que as missões de paz “têm de evoluir para conseguir satisfazer demandas específicas em uma variedade de ambientes” e para continuar tendo “sucesso” como acredita que o tiveram em lugares tão complicados como Libéria e Timor-Leste, ou durante o recente referendo de independência do Sudão do Sul.

Em seu discurso, o principal responsável da ONU reivindicou concretamente “mandatos claros e recursos humanos, materiais e financeiros adequados” para todas as missões atuais e futuras do organismo.

“Apesar da responsabilidade dos Governos anfitriões, os ”capacetes azuis” têm cada vez mais responsabilidades para proteger os civis e, ao mesmo tempo, são mais exigidos em seu trabalho”, destacou Ban, que pediu principalmente que as forças de paz tenham “os recursos adequados” para desempenhar seu trabalho.

Após seu discurso, que começou com um minuto de silêncio para lembrar as vítimas do atentado desta sexta-feira contra o prédio das Nações Unidas na capital nigeriana, Abuja, os membros do Conselho de Segurança expressaram seu apoio aos pedidos de Ban em uma declaração presidencial estipulada entre os 15.

O Conselho reconheceu nela “a importância de conferir às missões de manutenção da paz mandatos claros, verossímeis e realizáveis”, dotados de “recursos operacionais e logísticos suficientes, congruentes com os mandatos aprovados e baseados em uma avaliação fática da situação”.

Também expressou seu “compromisso” por “seguir melhorando a avaliação das tarefas iniciais de consolidação da paz e a forma como estas se refletem nos mandatos e na composição das operações”, segundo a declaração, que foi lida pelo embaixador indiano, Hardeep Singh Puri, presidente rotativo do Conselho.

Fonte: Terra

Peacekeeping e o Estado de Direito

A assitência ao Estado de Direito é uma ferramente essencial que as Nações Unidas depende para ajudar na manutenção da paz e da segurança em todo o mundo. Este vídeo mostra o trabalho das missões de paz da ONU nestas áreas, especificamente nos campos judiciais, correcionais e policiais.

Massacre de mulçumanos em Srebrenica

Nações Unidas assistem impotentes ao massacre de milhares de mulçumanos bósnios por tropas sérvias.


Apesar de declarada “área segura” pela ONU em abril de 1993, a cidade de Srebrenica foi tomada em julho de 1995 pelo exército da República Srpska, representante dos sérvios da Bósnia. Nos dias seguintes, mais de oito mil mulçumanos foram massacrados.


A cidade de Srebrenica e suas cercanias, um enclave mulçumano dentro do território conquistado pelos sérvios, estiveram cercadas desde março de 1993. Mas o general Phillipe Morillon, representante da ONU, garantiu à população a proteção das Nações Unidas. Uma área segura foi declarada, com uma força de paz holandesa para protegê-la. Porém o líder sérvio da Bósnia Radovan Karadzic, pressionado para encerrar a guerra, estava determinado, no começo de 1995, a erradicar esse enclave antes de se submeter. Suas forças, comandadas por Ratko Mladic, se aproximaram.


Dentro do enclave havia grave escassez e a presença militar mulçumana era mal armada e mal organizada. Eram pequenas as suas chances de defesa em face de ataque sérvio. A própria força de paz, dotada de armamento leve, não tinha instruções claras do que fazer em caso de ataque. Ante a fraca resistência aos primeiros ataques, os sérvios avançaram sobre a cidade. As ameaças de ataques aéreos por parte da OTAN foram resposndidas com ameaças aos soldados holandeses – meros reféns sem poder de ação quando os assassinos começaram.


Os esforços posteriores para que Karadzic e Mladic prestassem contas à justiça foram infrutíferos.


Fonte: 1001 dias que abalaram o mundo (Ed. Sextante) 

Nações Unidas: Retrospectiva do ano de 2010

Já se encontra disponível em neste link o documentário Nações Unidas: Retrospectiva 2010, um balanço do trabalho das Nações Unidas com imagens da atuação da Organização em todo o planeta.

O filme, de pouco mais de dez minutos de duração, mostra a ação humanitária da ONU no devastador terremoto que atingiu o Haiti em janeiro, quando trezentas mil pessoas perderam suas vidas; a tragédia que abalou o Paquistão, onde um quinto do país ficou debaixo d’água; e a seca em Níger, que fez com mais de sete milhões de pessoas, aproximadamente metade da população, perdessem suas colheitas.

O programa mostra também, entre muitas outras ações, a atuação dos mais de 124 mil membros de forças de paz que foram enviados a 16 missões no mundo inteiro e os esforços que estão sendo realizados para uma paz duradora no Oriente Médio e para libertar o mundo das armas nucleares.

Mas 2010 também foi um ano de boas notícias que podem ser vistas no documentário: ao comemorar o Ano da Biodiversidade, os 193 membros da Convenção da Diversidade Biológica prometeram conter as perdas de espécies animais e vegetais no mundo, aumentar a proteção de ecossistemas vitais e compartilhar igualmente os recursos da Terra. Neste ano os Chefes de Estado se reuniram na ONU em Nova York para rever o progresso dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, com o objetivo de criar um mundo livre da pobreza extrema até 2015; neste ano a ONU criou uma nova entidade para a Igualdade de Gênero, chamada ONU Mulheres.

Assista Nações Unidas: Retrospectiva 2010 a seguir.

Vídeo Institucional sobre a ONU

Este vídeo criado pela Globo Jornalismo traduz de forma clara e preciosa a criação da ONU e a participação dos brasileiros em posição de destaque dentro desta organização.

Fonte: http://www.globo.com ( GloboNew – Arquivo N)

Polícias para a paz: O papel dos capacetes azuis na manutenção da ordem pública

Quando se fala de “operações de manutenção da paz da ONU”, a imagem que vem à mente de muitas pessoas é a de uma força militar de capacetes azuis enviada para uma região dilacerada por um conflito, a fim de ajudar a restabelecer a paz e a estabilidade. O que alguns ignoram é que um número crescente de homens e mulheres da polícia das Nações Unidas ajuda a restabelecer a ordem pública não temporariamente, mas sim em longo prazo.

A História
Em janeiro deste ano, uma foto amplamente divulgada de uma mulher da Força Policial das Nações Unidas rodeada de mulheres e crianças, num campo de refugiados de Darfur, ilustrava o papel perigoso e difícil que a Polícia das Nações Unidas, conhecida como UNPOL, é cada vez mais chamada a desempenhar. A Operação Híbrida da União Africana e das Nações Unidas em Darfur (UNAMID)enviará mais de seis mil agentes da UNPOL para as zonas em conflito, o que constituirá o maior destacamento da história. À medida que os agentes da polícia chegam à região e assumem a responsabilidade pela proteção da população civil nos campos e efetuam regularmente patrulhas, sua presença visível começar a criar uma sensação de segurança e de esperança. Mas as expectativas das Nações Unidas podem revelar-se otimistas demais: sem um número suficiente de policiais competentes e sem equipamento apropriado, a missão será uma das mais difíceis e mais arriscadas de toda a história da ONU.

Devido ao papel da UNPOL ter hoje maiores responsabilidades no que se refere a restabelecer o Estado de direito, a favor de milhões de pessoas afetadas por conflitos, todos os dias cerca de 11 mil policiais da ONU fazem patrulhas, asseguram a formação e prestam assessoria sobre questões de polícia nacional, procedimentos penais e direitos humanos. Este número é o mais elevad ojá registrado e traduz um aumento dos efetivos de 65%, só nos últimos dois anos.

A gestão deste aumento tão acelerado no número de efetivos é um desafio difícil que exige conciliar três fatores: número, qualidade e rapidez. A estratégia adotada inclui o estabelecimento de uma Força Policial Permanente, que teve sua primeira unidade  enviada para o Chade em 2007. O objetivo era iniciar a formação dos recrutas de uma unidade especializada da polícia nacional e dotar as Unidades Constituídas de Polícia de um maior número de efetivos. Estas últimas são unidades especializadas comum elevado grau de formação e capazes de responder a uma grande variedade de situações difíceis – como, por exemplo, distúrbios civis – fazendo uso de uma força proporcional e suficiente para resolver os conflitos localizados que possam ter um efeito desestabilizador. Nos casos em que as estruturas locais de segurança não podem responder com eficácia, a ação dessas Unidades situa-se entre a da componente militar de uma operação de paz e a do grupo mais tradicional de observadores de polícia não armados da ONU. Em janeiro de 2007 ,foi enviada da Índia para a Missão das Nações Unidas na Libéria (UNMIL) a primeira Unidade desse tipo composta exclusivamente por mulheres, que foi, mais tarde, substituída por uma unidade semelhante, também indiana.

A UNPOL está presente em 18 missões de paz, sendo as unidades mais numerosas as do Haiti, Timor-Leste e Kosovo. Pode ser encarregada de reforçar a capacidade da polícia nacional, para a qual transfere funções, no momento adequado. No quadro de acordos de transição, como os de Timor Leste e Kosovo, pode ser também encarregada de funções de manutenção da ordem pública. A Polícia das Nações Unidas desempenha igualmente um papel importante na reformado setor da segurança e no reforço das estruturas de manutenção da ordem, um aspecto essencial para restabelecer a confiança nas instituições do Estado, em situações pós-conflito.

O contexto

  • Desde o início dos anos 90, o papel dos membros da UNPOL nas operações de manutenção da paz evoluiu, passando das atividades tradicionais de vigilância, definidas quando da criação da Polícia Civil da ONU durante a Operação das Nações Unidas no Congo (ONUC), em 1960, para as funções mais complexas exercidas atualmente pela UNPOL, que incluem a reforma, reestruturação e consolidação das estruturas locais.
  • Em 2000, um Grupo de Alto Nível sobre as Operações de Manutenção da Paz das Naçõe sUnidas – dirigido por Lakhdar Brahimi – concluiu que a polícia enviada para as operações das Nações Unidas devia, além de realizar as atividades tradicionais de aconselhamento, de formação e de controle, concentrar-se em reformar e reestruturar as forças de polícia locais.
  • Sublinhando a importância das atividades policiais nas operações de paz e o papel crescente da polícia, o Secretário-Geral, Ban Ki-moon, reconheceu que a Divisão de Polícia do Departamento de Operações de Manutenção da Paz era a“principal entidade de apoio” no âmbito dos serviços de polícia e de manutenção da ordem, dizendo com isso que desempenha essas funções em nome de todo o Sistema das Nações Unidas.
  • Baseando-se nas recomendações do relatório Brahimi, no quadro da reestruturação do Departamento de Operações de Manutenção da Paz, empreendida em 2007, a Divisão de Polícia foi incorporada ao novo Escritório de Estado de Direito e das Instituições de Segurança, o qual compreende também a unidade de assuntos judiciais, jurídicos e correcionais, a ação antiminas, o  desarmamento, a desmobilização e a reintegração, bem como funções de reforma do setor da segurança.
  • Lições de missões anteriores demonstram a existência de um vazio entre o envio de efetivos não-armados da polícia das Nações Unidas e o de unidades militares. Em situações de ameaça grave à paz ou à ordem pública, os efetivos não-armados da UNPOL não eram eficazes e as unidades militares fortemente armadas não estavam adequadamente formadas nem equipadas para o efeito. Asolução proposta foi: Unidades Constituídas de Polícia, dotadas de armas não letais (mas capazes de utilizar armas letais, se necessário) e com uma capacidade de repressão robusta. Estas unidades são integradas por 120 e 140 agentes da polícia que receberam formação comum e funcionam de uma maneira coerente, como uma unidade especializada. Prestam apoio operacional ao componente da Polícia das Nações Unidas e, devido à sua visibilidade, fornecem meios de dissuasão da criminalidade.

Fonte: UNIC Rio. Pertence a relação dos dez assuntos esquecidos pela ONU.

Dez dicas para reportagem sobre conflito e abuso

O jornalista Jaldeep Katwala apresenta 10 dicas sobre como fazer jornalismo em zonas de conflito. Katwala, que cobriu os conflitos na República Democrática do Congo, disse que este tipo de reportagem é complexo e que muitas vezes os fatos não se revelam da maneira que o nível de compreensão da situação requer.

1: Não escreva clichês

‘The Heart of Darkness’ é o título de um bom livro de Joseph Conrad, escrito na primeira metade do século 20, sobre uma viagem pelo rio Congo. Não precisa apresentar o Congo em cada historia, muito menos no seu título.

2: Não acredite em tudo que dizem

As ONGs internacionais, por definição, estão do lado da vítima. Querem gerar interesse para sua perspectiva e contar sua historia. Muitas vezes, esta é uma historia de impacto por si própria, sem a abordagem emocional adicional proposta pelas ONGS. Lembre-se disto especialmente quando obter relatos de segunda mão.

3: Não busque a "verdade definitiva"

A verdade está em algum lugar, mas é incrivelmente difícil de encontrar. Veja como exemplo a República Democrática do Congo. É um país enorme, maior que o Inglaterra, Franca, Alemanha, Espanha, Itália e Polônia juntos. Como jornalista, a menos que tenha vivido a situação, você tem que confiar no que outra pessoa diz. Por isso, tenha cuidado.

4: Não tire as coisas do contexto

A MONUC é a missão de paz da ONU maior do mundo. Conta com 20.000 soldados no campo. Contudo, ponha isto em contexto. Há 40.000 soldados internacionais em Kosovo.

5: Não aceite informação sem perguntar

Os fatos são carregados. Uma revisão dos arquivos do Congo mostra que 5,4 milhões de pessoas morreram durante o conflito nesse país. Sabe como se chegou a este número? Sabe que período cobre a estatística? Se não, então não o use.

6: Não esqueça da rosto humano do sofrimento

A violência sexual e a violação são crimes terríveis. Assim como todo o sofrimento humano. Ao fazer a reportagem, não se esqueça de que por trás de todos as manchetes e matérias há seres humanos.

7: Não seja descuidado com as palavras

Use a linguagem com cuidado. Genocídio é um termo jurídico específico com um significado particular. Um grande número de pessoas mortas não significa automaticamente que seja um genocídio.

8: Não se deixe levar pela agenda do outro

É tudo questão de tempo. Lembre-se que os grupos de pressão, muitas vezes, divulgam informações para coincidir com eventos importantes no calendário político. Por exemplo, os debates do Conselho de Segurança da ONU são frequentemente antecedidos por demandas de ONGs por ações. Como jornalista, você deve definir a ordem do dia e não ter outros a definindo para você.

9: Não ignore as pressões locais

Os jornalistas do Congo trabalham em um ambiente político totalmente diferente do seu. Enfrentam censura (ou autocensura), perseguição, intimidação e ameaças de morte. Muitas vezes não podem informar o que gostariam.

10: Não ignore a história

A história se repete. O jornalismo não precisa se repetir. O jornalismo não deve ser um acúmulo de clichês. Pense originalmente, pensar lateralmente. Encontre histórias que contam a história não contada e que vão além dos clichês.

Jaldeep Katwala é jornalista desde 1985. Ele trabalhou para a BBC, Channel 4 News e Radio Netherlands. Ele também ensinou jornalismo e dirige uma série de projetos de desenvolvimento de mídia e cursos de formação em todo o mundo.

Fonte: IJNET. Publicado em 19/12/10.

 http://ijnet.org/pt-br/stories/dez-dicas-para-reportagem-sobre-conflito-e-abuso

Divisão de Missão de Paz

A Divisão de Missão de Paz (Div Mis Paz) inicialmente chamava-se Centro de Preparação e Avaliação para Missões de Paz do Exército Brasileiro (CEPAEB), que foi criado através da Portaria nr 094, de 12 de março de 2001, do Comandante do Exército, que determinou a sua subordinação ao Comando de Operações Terrestres (COTER), integrando a 1ª Subchefia, encarregada do Preparo da Força Terrestre.

Com a criação do Centro de Instrução de Operações de Paz (C I Op Paz) em 2005 na cidade do Rio de Janeiro – RJ, a Div Mis Paz passou gradualmente as missões de instrução e preparo para aquele novo Centro, cabendo precipuamente à Div Mis Paz, dentre outras, as atividades de mobilização da tropa, orientações para o preparo, acompanhamento e apoio das missões de paz em andamento, planejamento de novas missões de paz, propostas doutrinárias e desmobilização da tropa.

Em 2006, a Div Mis Paz foi transferida para a 3ª Subchefia e no final desse ano o CEPAEB foi definitivamente extinto do Quadro de Cargos Previstos (QCP) do COTER.

A Div Mis Paz é resultado de medidas e diretrizes emanadas do Comando do Exército que visam a dotar o Exército Brasileiro de estruturas adequadas à participação eficiente em missões de paz, em função do longo histórico da Força Terrestre, de participações bem sucedidas em missões desta natureza, desde a década de 1940, com observadores militares, e desde a década de 1950, com tropa.

Criado inicialmente como um centro virtual de preparo e de acompanhamento doutrinário, a Div Mis Paz hoje também é o organismo onde se concentram os esforços e a coordenação logístico-administrativa dos contingentes e das missões individuais, após a criação do Grupo de Acompanhamento e Apoio às Missões de Paz no Âmbito da Força Terrestre (GAAPAZ).

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